Categoria: Uso e consumo doméstico e/ou administrativo
Datação: Século 20
Dimensões (cm): Alt. 51 x Larg. 25,5 x Diâm. Chaminé: 11,5 x Prof. 24
Descrição: Candeeiro de plataforma do cais de embarque da Estação Ferroviária do Montijo. Permitia a iluminação do espaço e identificava também a estação onde se encontrava.
Pintado a preto, com três vidros - um frontal e dois laterais - e uma peça cilíndrica no cimo que permite saída de ar. No interior há uma chapa metálica, suspensa na porta, recortada com o topónimo MONTIJO. Na face traseira tem dois orifícios para suspensão na parede e no topo uma pega. Tem porta frontal que fecha à esquerda com arame embutido na estrutura.
A iluminação era feita através de um depósito para combustível e bocal respetivo, que funcionava por capilaridade, isto é, uma fita-pavio absorvia o combustível do depósito e transportava-o até ao queimador. Ao acender-se o pavio, a combustão gera luz, que é protegida pela caixa em vidro; uma pequena roda permite ajustar a altura do pavio para controlar a intensidade da chama.
Origem/Historial: A estação ferroviária do Montijo (Aldeia Galega ou Aldegallega) foi inaugurada a 4 de outubro de 1908 quando é aberto o ramal Pinhal Novo-Montijo, que integrava os apeadeiros de Jardia e Sarilhos. A via férrea foi encerrada em 1989 e, levantados os carris, o corredor ferroviário é atualmente uma ecopista.
Incorporação: Depósito pelo proprietário Manuel Paiva Ribeiro