Descrição: Instrumento de medição metálico composto por seis partes articuladas (dobram-se). Tem 100 centímetros.
Origem/Historial: Após falecimento do tanoeiro Júlio Augusto da Costa, os seus herdeiros contactaram a Câmara Municipal de Palmela/Museu Municipal demonstrando interesse em doar o espólio do ofício de tanoeiro exercido pelo anterior proprietário.
Incorporação: Doação dos herdeiros do tanoeiro Júlio Augusto da Costa
Bibliografia
VEIGA, José Caldas Nobre da, «Tanoaria e Vasilhame», in A Terra e o Homem, "Colecção de livros agrícolas – 28; 6.ª Secção – Fabrico, transformação e conservação de produtos agrícolas – n.º 4"; Lisboa: Livraria Sá da Costa, 1954
LOPES, Isabel Alexandra - «Vergar pelo fogo, a arte da tanoaria no concelho de Carrazeda de Ansiães» in revista Memória Rural, n.º 3, 2020, pp. 64-83
LACERDA, Silvestre (1998) - «A Tanoaria: a arte e a técnica», in A Indústria Portuense em perspectiva histórica. Atas do Colóquio, Lisboa, Clc – FLUP, p. 381-393